Diário de Viagens e Trabalhos do Pajé
23jul/101

Liberte seu Data Center. Construa um NOC livre.

Olá pessoal.

Faz tempo que não posto nada no blog e confesso que foi por falta de tempo. Trabalho, trabalho e trabalho que não acaba mais. Enfim, hoje como estou participando do Fisl 11 em Porto Alegre -RS, estou com mais tempo para postar e vamos falar sobre a palestra que acabo de ministrar com o tema: Liberte seu Data Center. Construa um NOC livre.

No Fisl 10, ano passado, ministrei uma palestra sobre Zabbix como ferramenta para monitoração de Data Centers. Já neste ano foi uma palestra mais macro, visando detalhar os softwares utilizados pela empresa onde trabalho na composição do ambiente de service desk e seus fluxos de operação.

Uma palestra que não tem um foco técnico das ferramentas utilizadas, mas com o objetivo de detalhar e demonstrar essa experiência obtida após 2 anos de muito trabalho.

Baixe aqui a apresentação utilizada na palestra.

Abraços e muito obrigado à todos que estiveram presentes.  Saudações livres.

19jun/100

Instalação da nova bolha da Viúva Negra

Finalmente instalei a nova bolha, para-brisa,  na Viúva Negra. Não foi uma tarefa fácil porém o resultado foi simplesmente perfeito.

Tinha recebido a bolha na terça-feira, dia 15/06/2010, e estava bastante ansioso para realizar a instalação. Como comprei ela direto do fabricante, no final deixo o contato pois os preços do cara são imbatíveis, e se tratar de uma fabricação digamos “artesanal”,  a ferragem do suporte mesmo sendo em inox não me deixou muito contente. Bem, eu tinha uma bolha velha que estava instalada com a ferragem perfeita e logo pensei... vou adaptar nessa ferragem mais resistente.

Já comecei poupando um trabalho pois a ferragem antiga já estava na motocicleta. Desmontei a parte de fora da ferragem e realizei as medições. Droga.... tudo fora de lugar. Penso aqui, analiso ali, várias anotações e marcações e enfim cheguei em a uma conclusão. Depois de colocar uma parte novamente notei que existiam erros quanto ao tamanho da ferragem velha e ficaria passando demais das marcas e furos da bolha nova. Novamente pensa daqui, pensa dali, inverti os lados da peça e.... eureca.... deu certo... Agora só precisava mandar cortar uma parte do inox e instalar.

Fui até a serralheria, cortei o inox, furadeira na base para refazer alguns furos e tudo pronto para colocar a bolha. Tudo parafusado e lá está ela. Ficou muito legal. Agora só falta arrumar os faróis auxiliares que ficaram meio fora por conta do tamanho da nova bolha. É isso. Fotos abaixo do trabalho concluído.

@braços do Pajé.

Não esquecendo, comprei a bolha do Nelson. Ele mesmo quem fabrica as bolhas em Ibiúna e seus contatos são: Fone 11 7956- 4040 - E-mail bolhaecia@gmail.com

Bolha instalada 01

Bolha instalada 02

A Viúva Negra

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21mai/100

Monitorando Backup’s do Bacula no servidor Zabbix

Mais um documento sobre o Zabbix.

Introdução

O objetivo deste trabalho é desenvolver um documento para auxiliar os colaboradores da empresa onde trabalho, na customização do Zabbix na monitoração dos backup's realizados pelo servidor Bacula. A necessidade é obter um dashboard único de monitoração contemplando todos os eventos do ambiente.

Entendendo as configurações

Esse documento parte do pressuposto que já existe em operação no ambiente os servidores Zabbix, e Bacula, que serão ajustados para realizar a nova função.

Não existe necessidade de instalação de aplicativos ou serviços adicionais.

O fluxo da monitoração se resume na configuração do servidor Bacula para enviar as mensagens do bconsole, após o backup, não só para os logs mas também para o servidor Zabbix.

Para que isso aconteça, é utilizado um script escrito em perl, que coleta essas informações e envia ao servidor Zabbix através do "zabbix trapper", onde items e triggers se encarregam de formatar os dados e exibir para os operadores.

Esse procedimento foi implementado utilizando Debian GNU/Linux lenny, Bacula 3.0.2-3 backports e Zabbix 1.8.2.

Ajustando o servidor Bacula.

Para começar, faça donwload do script zabbix_bacula.pl, extraia, permissione e mova para o diretório /usr/local/bin.

# # tar -xzvf zabbix_bacula.tar.gz
# chmod 755 zabbix_bacula.pl
# chown root:zabbix zabbix_bacula.pl
# mv zabbix_bacula.pl  /usr/local/bin/

OBS: Edite o script e veja se o caminho para o zabbix_sender está correto.

my $zabbix_sender = "/usr/local/bin/zabbix_sender";

São duas as alterações necessárias no Bacula Director. Sendo assim, edite o arquivo conforme o exemplo abaixo e configure os campos.

# vi /etc/bacula/bacula-dir.conf

Na configuração das mensagens, adicione/modifique os valores:

mailcommand = "/usr/local/bin/zabbix_bacula.pl %r %c"
mail = zabbixserver.paje.net.br = all, !skipped

As configurações do Messages, servem para dizer como e para onde serão enviadas as mensagens do bconsole no servidor Bacula após os backup's. Neste caso, o campo mailcommand configura o path do script que customizamos, bem como os parâmetros para a execução, já o campo mail configura o host do servidor Zabbix e parâmetros. Mais informações veja no manual do bacula.

Nota: Cheque se o hostname ou DNS name configurado resolve corretamente o nome. Por padrão existem dois tipos de mensagens configuradas, o Standard e Daemon. Tenha certeza que na configuração do Job no Bacula client, o campo Messages corresponda com a configuração realizada.

OBS: É necessário que o campo Name tenha o mesmo valor tanto na configuração do host no Zabbix, quanto na configuração do cliente Bacula. Reinicie o serviço Bacula Diretor e se tudo ocorrer bem, seu servidor está ajustado.

Ajustando o servidor Zabbix

Todos os ajustes do Zabbix devem ser realizados através da interface Web. Logado, siga até a tela de configuração de itens: Configuration > Hosts No combo box localizado no canto superior direito, selecione Templates e abaixo, em Group, selecione em Templates .

Figura 01: Tela de configuração dos templates

Os items e triggers que estamos adicionando foram inseridos dentro do Template Linux, sendo assim clique em itens do Template Linux e na próxima tela no botão Create Item

.

Figura 02: Botão "Create Itens"

É necessário criar 8 items e triggers. Porém será exemplificado a criação a trigger bacula.backup.result que serve como exemplo para a criação das outras.

Figura 03: Tela para criar itens

Crie agora que temos o item configurado, crie a trigger através do botão "Create Trigger" e na expressão, aponte para o item criado, no campo Function selecione last value > N e N coloque 0 (zero).

Figura 04: Tela para criar triggers

Com base no itemtrigger criados anteriormente, crie as outras 7 utilizando os parâmetros abaixo:

Nome da trigger Items e Key de monitoração Valor de retorno
Bacula backup result bacula.backup.result 0 = OK ou OK -- with warnings e 1 = Erro
Bacula FD Byteswritten bacula.fd.byteswritten 2.95 MBytes
Bacula FD Fileswritten bacula.fd.fileswritten 7 bytes
Bacula SD Byteswritten bacula.sd.byteswritten 2.95 MBytes
Bacula SD Fileswritten bacula.sd.fileswritten 7 bytes
Bacula last volume bytes bacula.lastvolumebytes 11789564846
Bacula verify filesexamined bacula.verify.filesexamined ----
Bacula verify result bacula.verify.result ----

OBS: Na criação dos itens bacula.fd.fileswritten e bacula.fd.byteswritten , configure o campo Units com o valor Bytes . Os valores das triggers bacula.verify.filesexamined e bacula.verify.result não foram testados.

Referências/Agradecimentos

Sites

http://www.zabbix.com/forum/showthread.php?t=8145

http://www.bacula.org/en/dev-manual/main/main/Messages_Resource.html


Agradecimentos

Ao amigo da comunidade Zabbix milprog, por escrever o cookbook utilizado como base neste trabalho e auxiliar nos momentos de dúvida. Thank you again...

11mai/100

Higienização de capacetes

Já faz algum tempo que ensaio para limpar meus capacetes, que são 3 e não é uma tarefa muito divertida realizar essa higienização, desmontei 2 deles mas já faz 1 semana e não lavei ainda.

Hoje um dos companheiros da Lista Moto & Amizade, para ser mais direto o amigo Mário Sérgio, postou dicas de como realizar a higienização que considerei muito interessante e acho importante compartilhar.

Além do procedimento de higienização, dicas de como conservar seu capacete limpo e protegido por mais tempo. Seguem as dicas para a limpeza dos capacetes:

A Higienização:

- Primeiramente retire todo o forro do capacete;
- Prepare uma solução de duas colheres de sopa de vinagre tinto (ou bicarbonato) para cada 500ml de água. Deixe por meia hora mergulhado os forros do capacete. Você vai notar que sairá bolhas, é sinal dos fungos, do mau cheiro e uma poeira cinza que é a aglomeração de ácaros;
- Depois lave com sabão em pó OMO. Porque OMO? Por que dissolve totalmente na água e não deixa resquícios do tensoativo comum nos sabão em pó. Mas ATENÇÃO: Não esfregue nem comprima muito as espumas (não torcer), elas podem perder a capacidade de amortecimento. Enxague com amaciante de roupas;
- Deixe secar na sombra, e depois de seco, levar ao sol por um bom tempo;
- Monte o capacete.

Dicas:

- Sempre use balaclava de material absorvente. Ela absorverá quase todo o suor além de ser fácil lavar. É bom ter mais de duas para revesar;
- Use sempre um bom shampoo e condicionador para lavar os cabelos, mantém os ácaros e fungos sob controle;  (acho que a cuecada não vai adotar essa)
- Sempre que possível, deixe o capacete em lugar ventilado com a visera aberta e dê banhos de sol constantes;
- Nunca empreste seu capacete;  (Esse é difícil heim)
- Tenha sempre dois capacetes de uso pessoal, e de boa marca;
- Tenha uma bolsa de capacete, para guardar quando não estiver usando; (tenho mas confesso que nunca usei para tal);
- Quando retirar o capacete e estiver úmido do suor, deixe no sol para secar;
- Compre aqueles sachês de anti-mofo, que absorvem a humidade, e deixe para algumas horas o capacete emborcado e abaixo o sachê; (Difícil também não???)
- Proteja a viseira com filme plástico de cozinha, não haverá problemas e poderá usar o capacete com este filme fixado na viseira. Isso protege de riscos e sujeira, bastando trocar quando necessário, é chamado de Tear Off de pobre.

Uma dica do Pajé é utilizar cera de polimento, essas de pintura automotiva, na viseira. Além de proteger, ajudar a espalhar a água nos dias de chuva.

Até a próxima.

3mai/101

Impressões sobre uma Boulevard C1500

Nem todos sabem, mas depois que a querida foi furtada, tinha decido ficar algum tempo sem motos de alta cilindrada. Como o amor ao motociclismo fala muito mais alto do que as razões econômicas, fiquei especulando em lojas e pela Internet algumas Harleys como a própria Heritage Classic ou a grandiosa Road king Classic. Cheguei a visitar as motocas e um certo dia, um amigo me falou da Boulevard M800. Eu já conhecia as duas versões custom da Suzuki, porém nunca tinha sequer andado e iniciei a pesquisa focando as Boulevares.

Não gostei muito do modelo M800. Gosto mesmo é das clássicas e essa moto tem um estilo meio "sport custom" que não faz muito meu gênero. Ai começou a procura por uma Boulevard C1500. O preço estava bom, bem mais em conta que as Harleys, além de conseguir um ano mais novo na aquisição com um valor bem menor. Todos sabem que motos mais novas se resumem em menos km rodados e menor probabilidade de quebra ou problemas com desgaste de peças. O Seguro ficou um bom preço e sua manutenção estava bastante interessante.

Após pesquisar bastante, ainda sem o objetivo de comprar, encontrei uma bem customizada e linda, porém mesmo a moto boa, a motivação não foi o suficiente para me levar à aquisição de fato. No dia 23/Mar/2010, navegando pelo site moto.com.br, encontrei um brinquedo sensacional. No mesmo momento fiz o contato com o Ricardo, até então proprietário da C1500.

No dia 24/Mar/2010, marcamos de nos encontrar na Decathlon do morumbi. Por volta de 19hs, encontrei a motocicleta que seria minha alguns dias depois. Conversa vai, conversa vem, negociações rolando, eu em cima do muro, enfim a moto estava perfeita. Toda customizada com churrasqueira, Sissy Bar, encosto para o motorista, alforges, bolsa traseira, bolha, faróis auxiliares, simplesmente perfeita. Um bom ano e um ótimo estado de conservação demonstravam o cuidado do ex-proprietário com a gigante. E bota gigante nisso. Ela é incrivelmente maior que a Heritage, mas bem maior mesmo que a torna imponente e realça sua beleza e estilo clássico.

Ainda com dúvidas mas já tendendo à compra, no dia 27/Mar/2010, fui até Osasco para andar nessa tal de Boulevard C1500 e comprovar se realmente vale a pena. Impossível não expressar o prazer de andar na moto. Super confortável com sua suspensão pro-link, uma dirigibilidade perfeita, ruim de curvas como todas as custons... hahahaha, mas super macia.... em resumo, uma delicia de moto. Depois de andar, no brinquedo, não tinha mais dúvidas que seria ela a próxima. Imediatamente combinamos de nos encontrarmos na segunda-feira, 29/Mar/2010, para fecharmos o negócio, e foi o que aconteceu.

Fui para casa com ela e ao trabalho no dia seguinte para a vistoria do seguro. Uma coisa que notei já de cara é como a embreagem é alta, principalmente quando está fria. Essa moto tem embreagem hidráulica não sendo possível regular... enfim a tecnologia é presente em todos os cantos da motocicleta não poderia faltar na embreagem. Dois discos de freio dianteiro e um traseiro tornam a frenagem super segura e estável. Além do hodômetro com duas opções de “trips”, um relógio digital incrementa o auxilio nas viagens além do marcador de combustível também digital.

A passagem de marchas são super suaves, bem como o pedal de freio. O motor de 1500cc é tão potente que me arrisco a dizer que não senti diferença entre ela e a Heritage Classic que tinha um motor 1550cc. Posso dizer que até o momento está substituindo bem.

Tudo isso tem que ter alguma coisa de ruim certo... É claro que tem. A capacidade de combustível é de 14 litros, o que oferece uma autonomia com cerca de 230km o que é pouco para uma moto deste tamanho. Ainda bem que ela não bebe como a Querida. Outro ponto fraco é o tanque de combustível e sabe por que? Porque não é tanque e sim uma carenagem. Isso deve explicar os 14 litros de gasolina. A dianteira da moto vibra um pouco, principalmente quando se solta o guidão. Acredito que aconteça por conta da frente muito leve, talvez até pela falta do tanque.... Será???

Enfim. Estou gostando no novo brinquedo e já tive a oportunidade de estrear fazendo junto com o @eitchugo “Hugo Cisneiros” o percurso do Rodoanel e esticando para um almoço no Guarujá.

Ainda preciso de um nome para ela... isso fica para depois.

Pajé e C1500 no Rodoanel - SP

Pajé e C1500 no Rodoanel - SP

Até a próxima viagem.